quinta-feira, 14 de maio de 2015

Frases "A Paixão segundo G.H - Clarice Lispector"


"Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade."

"(...) perder-se significa ir achando e nem saber o que fazer do que se for achando."

"Todo momento de achar é um perder-se a si próprio."

"Por te falar eu te assustarei e te perderei? mas se eu não falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia"

"A grandeza do mundo me encolhe."

"Viver não é coragem, saber que se vive é a coragem..."

"(...) nos olhos sorridentes havia um silêncio como só vi em lagos, e como só ouvi no silêncio mesmo."

"Todo momento de 'falta de sentido' é exatamente a assustadora certeza de que ali há o sentido, e que não somente eu não alcanço, como não quero porque não tenho garantias."

"Se eu gritasse ninguém poderia fazer mais nada por mim; enquanto, se eu nunca revelar a minha carência, ninguém se assustará comigo e me ajudarão sem saber; mas só enquanto eu não assustar ninguém por ter saído dos regulamentos. Mas se souberem, assustam-se,  nós que guardamos o grito em segredo inviolável. Se eu der o grito de alarme de estar viva, em mudez e dureza me arrastarão por arrastam os que saem para fora do mundo possível, o ser excepcional é arratado, o ser gritante."

"Se eu gritasse desencadearia a existência - a existência de quê? a existência do mundo. Com reverência eu temia a existência do mundo para mim."

"Eu estava saindo do meu mundo e entrando no mundo."

"Para o sal eu estava pronta, para o sal eu toda me havia construído. Mas o que minha boca não saberia entende - era o insosso. (...) E o neutro era a vida que eu antes chamava de o nada. O neutro era o inferno."

"Sou moral à medida que faço o que devo, e sinto como deveria?"

"Também do que eu pensava sobre o amor, também disso estou me despedindo, já quase não sei mais o que é, já não me lembro."

quarta-feira, 6 de maio de 2015

(Des)encontros

Outra noite eu estava procurando alguma série interessante para assistir e, bem por acaso, encontrei essa (Des)encontros que está mais para uma "mini-série", pois tem apenas cinco capítulos que contam a história de cinco casais, ou seja, uma história por episódio. A série brasileira estreou no dia 17 de maio do ano passado (2014) na Sony, se originou de um curta metragem que foi apresentado como o episódio piloto. Como eu fui descobrir isso tudo essa semana, imagino que existam mais pessoas perdidas como eu por aí então vou falar um pouco sobre a série hoje.
Esses cinco casais não têm nenhuma relação um com o outro, cada episódio é totalmente diferente do anterior. Por conta disso vou contar bem pouco para não dar spoilers já que são episódios muito curtos, cerca de meia hora apenas.

Gael (Paulo Vilhena) e Lara (Thaila Ayala) são perfeitos um para o outro, o problema é que os dois não se conhecem apesar de terem se cruzado diversas vezes durante a vida.
Pra mim, o primeiro episódio foi o melhor por ser o mais fofinho. Aliás foi esse curta metragem que deu início à série.








Arthur e Diana são amigos desde sempre, inclusive estão sempre ajudando um ao outro, ela tem um cachorro e ele um filho adolescente, mas não há bem uma divisão porque assumem a responsabilidade um do outro assim como um bom casal, porém não têm coragem de assumir seus sentimentos.









André é um tremendo mulherengo que encontrou na culinária uma forma de conquista. Ele tem um esquema bem elaborado para a conquista perfeita, inclusive um sequência de pratos irresistíveis para encantar as mulheres que leva até sua casa, mas um dia conhece Júlia, uma médica que resiste aos seus encantos e seus fabulosos pratos.







Luís e Patrícia são casados há sete anos, os dois são jornalista no mesmo Jornal televisivo, porém enquanto ela trabalha apenas em pequenas matérias na rua, ele está a frente na apresentação. As rusgas profissionais entre os dois acabam atrapalhando a vida particular.





Godo conhece a bela e esportista Elisa na praia e se encanta por ela a primeira vista. Como neste encontro ele está em um carrão decide mentir que é um milionário para tentar conquistá-la, mas na verdade é apenas um manobrista gordinho e nada fã de exercícios físicos.

domingo, 3 de maio de 2015

Cada um na sua casa


Sinopse: O planeta Terra foi invadido por seres extra-terrestres, os Boov, que estão em busca de um novo planeta para chamar de lar. Eles convivem com os humanos pacificamente, que não sabem de sua existência. Entretanto, um dia a jovem adolescente Tip (Rihanna) encontra o alien Oh (Jim Parsons), que foi banido pelos Boov devido às várias trapalhadas causadas por ele. Os dois logo embarcam em uma aventura onde aprendem bastante sobre as relações intergalácticas.

Resenha: Os Boov's são ótimos quando o assunto é fuga, sempre que se vêem ameaçados buscam um novo lugar para ficar e a Terra é a rota de fuga da vez. Após estudos "profundos" sobre os habitantes do planeta, esses extra-terrestres decidem retirar todos os humanos de suas casas e colocá-los num lugar preparado exclusivamente para os humanos na intenção de manter a paz já que ocuparão a Terra sem intenção de guerra. A verdade é que os humanos não ficam exatamente felizes com a solução encontrada pelos Boov's, principalmente Tip que foi separada de sua mãe após conseguir fugir dos estranhos tubos que sugaram sua mãe e levaram-na embora. Enquanto procura pela mãe e tenta fugir dos estranhos seres que estão se instalando na Terra, a adolescente conhece Oh, um atrapalhado e fofo Boov que é banido depois de causar um enorme transtorno ao seu povo. Juntos, eles tentam fugir dos demais Boov's e no caminho acabam desenvolvendo uma sincera e confusa amizade.
Cada um na sua casa é uma animação gostosa de assistir, não chega a ser extraordinário como algumas animações da Pixar, mas é bom, divertido e garante algumas risadas. Boov é muito fofinho e engraçado, foi o personagem que mais me fez rir. Tip é uma garota corajosa e determinada, considerando a importância que personagens têm para as crianças, é um bom exemplo para meninas de meninos que forem ao cinema assisti-la, além disso tem um gato gorducho chamado porquinho que está sempre tentando fazer amizade com Oh.
Pra quem gosta de animações como eu (porque não é só coisa de criança, não) vale a pena ir assistir e, se tiver uma criança em casa, tem que levar junto porque com certeza vão se divertir.