terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dizem por aí (Jill Mansell)

Sinopse: O namorado de Tilly Cole acaba de se mudar do flat deles com metade de suas coisas. Sem nada para prendê-la, Tilly decide rapidamente morar mais perto de sua melhor amiga, Erin, em um vilarejo minúsculo em Cotswolds. Lá, Tilly é contratada no mesmo momento como faz-tudo em uma empresa de design de interiores. Para sua surpresa, a cidade pequena transborda escândalo, sexo, fofoqueiros e boatos, focados basicamente em Jack Lucas, o homem lindo de muita classe e melhor amigo de seu chefe. Todos falam para Tilly ignorar o encanto por Jack, que ela será apenas outra em sua cama se ela se deixar levar; mas Tilly, que trabalha ao lado de Jack, enxerga uma parte carinhosa e cuidadosa dele que não é revelada à cidade. É impossível que ele seja a mesma pessoa de quem todos falam. Ou é possível? Tilly deve separar os fatos da ficção e seguir seu instinto neste divertido romance moderno.


Resenha: Quando Tilly acorda e percebe que seu namorado simplesmente foi embora sem falar nada, seu primeiro pensamento é: não pode pagar o aluguel sozinha. A verdade é que Tilly Cole não costuma se envolver sincera e profundamente em seus relacionamentos, mas também não sabe como terminar quando já não aguenta mais então quando finalmente consegue se livrar dos relacionamentos por conveniência ela não se sente abalda.
Depois de mais um término, Tilly decide ir visitar a amiga Erin que, por um acaso, está em um relacionamento um tanto complicado e secreto. A ideia inicial de Tilly é fazer apenas uma visita, mas, por insistência de Erin e um misterioso anúncio de emprego no jornal, acaba decidindo ficar na pequena Roxborough que, assim como em toda cidade pequena, as más línguas rolam soltas, principalmente com relação a Jack Lucas, o solteiro mais cobiçado e galinha de acordo com informações locais.
Quando comecei a ler o livro pensei que seria bem "clichêzão", que ela chegaria e se apaixonaria de cara pelo patrão gato e galinha, mas não foi exatamente assim. É verdade que tem sim certos clichês, principalmente no romance Tilly-Jack, mas o livro vai além da história de romance e confusão dos dois. Além do casal protagonista acompanhamos também a trajetória de vários outros personagens que vão de encantadores a engraçados e pseudo-violões. Além da fofa Lou e do seu pai, Max, para quem Tilly trabalha, conhecemos Kaye, ex de Max e famosa atriz que vive em Los Angeles, que acaba voltando para a cidade depois de um escândalo no meio artístico. Já Stella é uma personagem única, quando chega com sua pose de dondoca barraqueira te faz pensar em detestá-la, mas com o passar dos capítulos, eu, pelo menos, não consegui odiá-la.
Um livro engraçado, leve e descontraído, vale reservar um tempinho para se entreter nessas páginas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Gone - desaparecer (Lisa McMann)

Sinopse: No início Janie acreditava que já sabia o que o futuro lhe reservava e pensou que estava em paz com isto. Mas, o que Janie não suportou, foi ver Cabel afundando com ela. Janie só vê uma maneira de dar a Cabel a vida que ele merece – ela precisa desaparecer. Mas isto pode destruir os dois. Então, um estranho entra em sua vida – e tudo se desfaz. Seu futuro, antes previsto, sofre uma reviravolta trágica e suas escolhas se tornam mais terríveis do que Janie jamais imaginou. Ela só precisa escolher o menor dos dois males. E o tempo está se esgotando…

Resenha:
Janie está finalmente de "férias" com Cabel na cabana alugada por Charlie e Megan - irmão e cunhada de seu namorado, porém sonhos não tiram férias e mesmo nesse quase paraíso ela tem que lidar com os sonhos dele que a atormentam. As coisas ficam ainda piores quando recebe uma estranha ligação de sua amiga Carrie a informando que sua mãe estava atordoada e precisou levá-la ao hospital. Janie e Cabel voltam para casa e se dirigem ao hospital atrás de Dorothea, mas têm uma grande surpresa ao descobrirem que não é a mãe de Janie que está internada e sim seu suposto pai. A partir da vida desse homem estranho e misterioso Janie pode descobrir não apenas sobre o passado da mãe, mas também sobre seu estranho dom.
Dos três livros esse foi o mais complicado para escrever a resenha, pois a trama deste está bem confusa e apesar de conter poucas páginas ainda assim muitas são desnecessárias. A trilogia em si considerei apenas boa, nada de excepcional e ainda assim muita coisa poderia ser tirada e colocada toda em um livro só o que ficaria bem mais interessante, pois os três livros parecem um só e o final desse terceiro parece mais o início de uma saga mais longa.
Janie como sempre não me encantou nem desencantou, vejo-a como uma protagonista sem sal, com personalidade confusa e Cabel foi deixado de lado um pouco enquanto ela tentava resolver tudo sozinha como de costume, uma pena porque, para mim, ele é o personagem que mais se sobressai.
O final não foi de todo ruim, mas poderia ter sido melhor.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Finding Carter

Hoje decidi escrever sobre uma série que descobri semana passada (e já assisti os onze capítulos que encontrei) e amei: Finding Carter.
A série é da MTV e a protagonista é Carter (Kathryn Prescott), uma garota de 16 anos que vive com uma mãe bem liberal, a Lori (Milena Govich) que já no primeiro capítulo se mostra uma mãe carinhosa e parece quase irmã. Mas, também no primeiro capítulo, Carter vê sua vida virar de cabeça para baixo quando descobre que Lori, na verdade, não é sua mãe e sim sua sequestradora. Apesar da descoberta Carter não sente nenhum tipo de raiva da mulher que conhece como sua mãe por tanto tempo, pelo contrário, tudo o que quer é continuar vivendo com Lori o que, obviamente não é possível.



Depois de 13 anos de sequestro, Carter finalmente volta para sua verdadeira família, com mãe, pai, avós, um irmão mais novo e uma irmã gêmea totalmente diferente tanto em aparência quanto na personalidade. Com uma vida completamente nova, Carter (que descobre se chamar Linden) precisa aprender a lidar com as novas pessoas que aparecem em sua vida, inclusive novos amigos já que todos os antigos lhe abandonaram, exceto Max (Alex Saxon), o ex-namorado que ainda em sentimentos por ela.
Quando soube do que se tratava a série já me
interessei na hora, achei uma proposta muito boa e não me decepcionei. Além disso Finding Carter conta com a atriz Kathryn Prescott, que eu adoro.
Uma das coisas legais da série é que ninguém é santo. Todo mundo tem momentos tristes, faz coisas boas e burradas.
Apesar de ter várias séries em andamento não resisti a essa e recomendo muito.





segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Playlist #8: Carla Bruni

A primeira vez que ouvi uma música foi em algum filme ou novela que agora já nem lembro porque, apesar de ter gostado da música, deixei passar e não fui buscar quem era a cantora e o nome da dita música. Então quando assisti 500 days of Summer lá estava aquela voz familiar então fui procurar pela trilha sonora do filme porque não é como se eu soubesse francês e fosse só jogar um trecho da música no google. A música que aparece nesse filme é Quelqu'un M'a Dit, como se pronuncia? Não sei, mas gostaria muito de um dia aprender esse idioma que acho bonito.
Eu sabia quem era Carla Bruni, mas nunca tinha parado pra ouvir o trabalho dela e quando busquei conhecer um pouco mais me encantei então separei algumas para a playlist aqui do blog.

1. Quelqu'un m'a dit


2. Tu Es Ma Came


3. L'Amoureuse 


4. Le Toi du Moi 


5. Chanson Triste


6. Le plus beau du quartier

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Fade - desvanecer (Lisa McMann)

Sinopse: Para Janie e Cabel a vida real está se tornando mais difícil do que os sonhos. Eles estão tentando (em segredo) passar um tempo juntos, mas ainda não tiveram esta sorte. Coisas perturbadoras estão acontecendo em Fieldridge High, mas ninguém quer falar a respeito. Quando Janie penetra os pesadelos violentos de um colega de classe, o caso finalmente se torna claro, mas nada sai como planejado. A cabeça confusa de Janie e o comportamento chocante de Cabe têm graves consequências para ambos. Pior ainda. Janie Descobre a verdade sobre si mesma e sua habilidade. E é desolador. Realmente desolador. Não só o seu destino está selado, como o que está por vir é muito mais sombrio do que seu pior pesadelo...

Resenha:
Fade é o segundo livro da trilogia Wake, para ler a resenha do primeiro livro é só clicar aqui.
Depois de se tornar uma agente secreta Janie passa a se encontrar com Cabel às escondidas, pois ninguém pode saber que os dois estão juntos por ordem da Capitã. Cabe não gosta da ideia dela estar nesse serviço pelos riscos, mas tenta apoiá-la o que fica cada vez mais difícil quando passam a investigar possíveis estupros que envolvem alunos e provavelmente um professor da Fieldridge High. Além do trabalho Janie recebe "dever de casa" da Capitã que lhe entrega arquivos escritos pela senhorita Stubin que contém informações nada agradáveis sobre seu dom. Tudo o que Janie precisa saber está nesses papéis, mas talvez ela não queira.
Apesar dos mistérios que envolvem a história o livro não é do tipo ação, a escrita continua amena e os acontecimentos de mais energia aparecem somente no final assim como no anterior. Janie deixou um pouco o lado mal humorada e, pelo menos quando está com Cabe, mostra seu lado mais positivo. Quando li a sinopse esperava um Cabel mais descontrolado, mas para quem estava praticamente entregando a namorada nas mãos de um estuprador dissimulado ele até que foi bem compreensivo.
Achei que o livro pecou na questão de ser óbvio demais, tudo está muito na cara desde o começo. Apesar disso é uma leitura boa e vale a pena.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Naquela noite.


Em uma certa noite cheguei em casa depois do trabalho e não te encontrei lá, como mandava nossa rotina. Naquela noite liguei para seu celular, mas você não atendeu, apenas deixou cair na caixa postal. Aguardei um pouco, talvez fosse um engano e logo retornaria a ligação ou então para casa. Vesti meu pijama e fiquei em frente a tv assistindo aquele programa idiota que você me fazia assistir toda noite, olhei o celular pensando que talvez não tivesse ouvido tocar, mas não tinha chamada perdida e apenas uma mensagem da operadora.
Os ponteiros do relógio corriam até que desisti de te esperar.
Coloquei minha melhor roupa, aquele vestido que há muito não usava, pois faltava oportunidade e local adequado. Coloquei meus saltas mais altos não me importando se depois tiraria na pista de dança. Coloquei aquele batom vermelho sangue que ganhei no último aniversário e nunca cheguei a usar.
Naquela noite voltei naquele bar no qual te conheci, mas só quando cheguei lembrei que aquele foi o bar em que te conheci, desviei o caminho. Era uma daquelas ruas cheias de opções, lotadas de gente com uma garrada na mão e um cigarro na boca, quase ninguém sozinho como eu. Na fila de uma balada qualquer me enturmei num grupo qualquer que se mostrava bem receptivo à estranhos.
Lá dentro era tudo o que você sempre detestou e isso era bom para mim.
Tinham todas aquelas luzes coloridas que dizia te deixar tonto quando na verdade você sempre fora um tonto, meu querido. Também tinha aquele som tão alto que mal podia-se ouvir os próprios pensamentos. E pessoas, santo Deus, como tinham pessoas, se andava a passos pequenos porque volta e meia esbarrava em alguém. Você odeia pessoas e tumulto então eu me sentia bem ali porque sabia que não te encontraria.
Mas o melhor de tudo era o bar: tantas opções de drinks e aqueles barmans dos quais você teria um surto psicótico de ciúmes e com razão, eles eram lindos. Mas não pense que beijei um deles por questão de aparência, de modo algum. Era só um modo de esquecer sua babaquice porque em beleza, meu bem, você bem podia estar de igual para igual.
Aquela noite foi extremamente agitada.
Bebidas, pista de dança, barman, ouvir minha melhor amiga para sempre, que conhecia há meia hora, chorar as mágoas no meu ombro e cantar parabéns para o desconhecido da mesa ao lado que descobri se chamar Miguel e estava completando apenas dezoito anos. Um garoto ainda. Te conheci quando tínhamos dezoito anos e fazia apenas um ano. Ingenuidade nossa. Cabeças de vento.
Aquela noite começou a amanhecer, pediram que eu e as pessoas que estavam comigo, sentados no chão da pista de dança, nos retirássemos do local porque já era manhã e iriam fechar.
Liguei para casa e ninguém atendeu, você realmente partira.
Entramos todos num táxi e fui parar na casa daquela minha melhor amiga para sempre que já conhecia há sete horas e meia e descobri se chamar Beatriz, a Bia.
Foi uma noite longa aquela.
Os anos passaram rápido desde aquela estranha noite em que você se foi e eu apenas me deixei levar.

Jéssica de Paula


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Playlist #7: Remember

Outro dia eu estava relembrando algumas músicas que eu costumava ouvir muito há um tempo e que fui deixando um pouco para trás porque as músicas que escuto dependem muito do momento. Agora ouço mais Clarice Falcão, Nando Reis, Mallu Magalhães e de pop estou muito com Demi Lovato, mas de vez em quando procuro músicas que ouvia mais em outras épocas e dá aquela nostalgia então vou relembrar um pouco elas aqui no blog.

1. Savannah Outen - Goodbyes 
Não lembro como conheci a Savannah porque ela não é muito famosa aqui no Brasil, 
mas achei essa música e o clip uma fofura e assistia várias e várias vezes.


2. Pixie Lott - Gravity
Pensa numa diva, é a Pixie. Conheci ela de um modo bem idiota porque tinham umas meninas discutindo num fórum que o Danny, do McFly, estava com ela aí eu nunca tinha ouvido falar e fui pesquisar e me apaixonei. Ainda ouço as músicas mais recentes, mas deixei um pouco de lado as mais antigas.


3. Farina - Regresa A mi
Teve uma época que eu ouvia muito reggaeton e por puro acaso encontrei essa música que gostei. Nunca fui de ouvir muito essa cantora colombiana, sempre foi mais essa música mesmo.


4. B.o.B - Airplanes ft. Hayley Williams
Faz muito tempo que não ouço essa música, mas teve uma época que estava até no meu celular.


5. RBD - Besame Sin Miedo
Eu tinha paixão pela banda, tenho alguns CDs até hoje, mas fico tempos sem ouvir.


6. McFly - Too close for comfort
Já tive uma fase muito McFly e essa era uma das que eu mais gostava, uma vez até comecei a escrever uma fanfic inspirada nela, mas nunca cheguei a postar e acabei perdendo.


7. Dulce María - Ya No
Quando RBD acabou não acompanhei muito a carreira solo de nenhum dos integrantes, mas ouvia muito essa música de um dos álbuns da Dulce que na verdade é uma regravação da cantora dos anos 80 a 90 Selena.

Obs: Daqui para baixo conheceremos meu lado "emo", não pelo estilo das músicas necessariamente, mas por causa das letras muitas vezes depressivas. Juro, eu ouvia com uma grande frequência, por isso das fanfics depressivas.

8. Lifehouse - Blind


9. Kudai - Morir de Amor


10. Evanescence - Call Me When You're Sober


11. Paramore: Brick By Boring Brick


12. Ana Johnsson - We Are


sábado, 10 de janeiro de 2015

#TAG: Conhecendo a blogueira

Eu vi essa TAG no blog da Nina é uma e adorei então, como ela deixou em aberto, decidi fazer aqui também.
A TAG consiste em responder 11 perguntas feitas pela blogueira que propôs, nesse caso as questões que a Nina deixou na TAG dela, realizar uma lista com 11 curiosidades sobre você e elaborar 11 perguntas para as pessoas que indicar na TAG respondam.


Perguntas elaboradas pela Nina:

1. Por que escolheu esse nome para o seu blog?
Por causa da música Menina-Moça da banda Móveis Coloniais de Acaju.

2. O último livro hilário que leu?
Sete Dias Sem Fim, esse livro fala sobre um cara que acaba de descobrir que a mulher está tendo um caso com seu próprio chefe, fazendo com que ele peça demissão e vá morar em um porão alugado, logo depois seu pai morre e ele é obrigado a cumprir o shivá, luto de sete dias de costume judaico, tendo que passar sete dias na casa de seus pais com sua família completamente bizarra. Dentro dessa situação ele passa por coisas bem malucas e engraçadas.

3. Qual personagem você mataria sem dó?
Pode ser um que realmente morreu e não tive dó? Hindley Earnshaw, d'O Morro dos Ventos Uivantes.

4. Qual é a capa mais linda que você tem?
O céu está em todo lugar de Jandy Nelson. Além da imagem ser muito bonita, a capa tem textura de tela que eu achei simplesmente linda.

5. Um vilão que você ama? 
Draco Malfoy, sim, dona J.K.

6. Um título que você acha que não tem a ver com a história? 
O Preço de Uma Lição. Eu não vi lição nenhuma nesse livro, coisa melosa e totalmente sem noção e o protagonista era uma total babaca, pronto, falei.

7. Um romance histórico que leu (não importa se gostou ou não)?
Não lembro de ter lido nenhum livro nesse estilo, mas, se tiver a oportunidade de encontrar, Anno Dracula é um que gostaria de ler.

8. Um personagem badass que você queria que fosse seu amigo?
Tiago do livro Os Sete do autor brasileiro André Vianco.

9. Um personagem fraco, que todo mundo ama, mas você não?
O Harry Potter. Amo de paixão os livros e tudo mais, mas o Harry é um tongo, eu gosto do universo HP, até gosto do personagem, mas não é tudo aquilo que se diga "meu Deus, eu amo o Harry Potter, ele é o cara", Não.

10. Você tem algum produto de alguma saga literária? 
Sim, só o anel d'O Senhor dos Anéis não é meu.


11. Qual o livro mais caro que já comprou?
Acho que foi "Harry Potter - A Magia do Cinema"

11 curiosidades sobre mim:

1. Minha primeira fanfic eu escrevi aos 8 anos sem saber, quando a professora pediu pra escrever uma historinha sobre o que é cidadania e eu escrevi usando os personagens da turma da Mônica.
2. Já passei por 5 escolas diferentes do pré até o Ensino Médio.
3. Comecei os cursos de Turismo e Filosofia antes de conseguir uma bolsa para Psicologia que é realmente o que eu sempre quis.
4. Comecei a escrever poemas há mais ou menos um ano por causa do meu namorado que também escreve, antes disso eu nunca nem tinha pensado no assunto.
5. Já ganhei um concurso de poesias.
6. Eu falo gritando aí, às vezes, as pessoas acham que eu estou brigando ou discutindo, mas eu só estou falando mesmo.
7. Sou viciada no site de compras AliExpress, só não vivo comprando lá porque a falta de dinheiro não permite.
8. Tenho duas tatuagens, "Carpe Diem" escrito no meu braço esquerdo e um coração igual da minha mãe no dedo mindinho e quero fazer algumas mais no futuro.
9. Já tive um gato preto chamado Salém por causa da série Sabrina, aprendiz de feiticeira.
10. Quando eu tinha um ano uma criança me derrubou e caí de testa num prego e tenho a marca até hoje.
11. Eu não gosto de sushi e às vezes acho que sou a única nesse mundo.

11 perguntas para responder:
1. Um personagem que te irrita?
2. Um autor que gostaria de conhecer pessoalmente (vivo ou morto)?
3. Um livro que faz sucesso, mas você não suporta?
4. A pior adaptação de livro para filme ou série que já assistiu?
5. Um livro de poesias que leu e gostou ou gostaria de ler?
6. Um livro que desistiu de ler?
7. Um livro da sua infância?
8. Um livro de autor brasileiro?
9. Um livro que foi ou está sendo difícil de encontrar?
10. Qual trilha sonora colocaria para o último livro que leu?
11. Qual livro leu mais vezes?

Assim como a Nina, vou deixar em aberto para quem quiser fazer no próprio blog.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Wake - despertar (Lisa McMann)

Sinopse: Para Janie, uma garota de 17 anos, ser sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas está se tornando normal. Janie não pode contar a ninguém sobre o que acontece com ela - eles nunca acreditariam, ou pior, achariam que é uma aberração. Então, ela vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não quer e não pode controlar. Mas, de repente, Janie acaba presa dentro de um pesadelo horrível, que lhe causa um imenso terror. Pela primeira vez, ela deixa de ser expectadora e se torna uma participante...

Resenha:
Aos oito anos Janie entra dentro de seu primeiro sonho, apesar de assustada com o que acontece não conta para ninguém até porque sabe que não acreditariam, então ela é obrigada a conviver com esse "dom". Além de ter suas forças sugadas a cada vez que é tragada para dentro dos sonhos dos outros a garota ainda tem que se virar para se cuidar sozinha e ainda manter a cozinha abastecida, pois sua mãe vive bêbada demais para lembrar de ir ao mercado. Janie mora na parte pobre da cidade e sua única amiga é Carrie que se mudou para sua rua quando criança, mas nem mesmo ela sabe seu segredo. Porém sua vida dá uma virada quando dá carona a Cabel, o antigo esquisito do colégio que passou a ser o mais cobiçado depois de sua mudança na aparência. Cabel é o único que consegue enxergar Janie mais a fundo e descobrir o que ela tenta esconder há anos, ele se torna seu amigo, confidente e, para seu desespero, desperta algo mais dentro dela. Porém Janie descobrirá que não é a única a ter segredos quando Cabel começa a agir de maneira estranha ao se envolver com os riquinhos traficantes do colégio.
Já tinha ouvido falar por alto desse livro, mas não tive uma curiosidade muito grande com relação a ele, porém solicitei o terceiro, Gone, por engano no Skoob confundindo com um outro livro, quando me dei conta do erro já era tarde, mas pesquisei sobre a série e acabei achando interessante. Solicitei os dois primeiros e comecei a lê-los e acabou sendo um engano muito bom. O livro é curto portanto li em duas noites. A leitura flui com bastante facilidade e a história é realmente interessante.
Janie não é daquelas personagens por quem o leitor se apaixona de cara, eu não a adoro, apenas simpatizo com ela. É mal humorada o que é compreensível considerando vida que tem, mas ela é negativa demais, e reclamar vinte e quatro horas por dia, a cada página e isso se torna chato. A escrita em partes é boa, mas em partes fica devendo. Achei a narração um pouco "pulada", falta continuidade. Às sete da manhã a autora descreve uma cena que se trata de um assunto e às três da tarde está ocorrendo outra cena independente daquela das sete em que outro assunto está em pauta. Só mais para o final começamos a acompanhar a mesma questão em todos os capítulos. O mistério do início do livro é diferente do mistério que surge lá no meio, apesar de estranho não achei que tenha atrapalhado meu entendimento de tudo o que acontecia. Resumindo, a proposta é boa, mas poderia ser melhor desenvolvida.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Reciprocidade no amor não é obrigação!


Outro dia eu estava de bobeira pelo facebook quando vi em uma dessas páginas de entretenimento uma referência à frase do filme 500 days of Summer (500 dias com ela, mas fica bem melhor o nome original, não é?) na qual o narrador chama a Summer (Zooey Deschanel) de vadia. Até aí tudo bem, a brincadeira referindo-se ao filme era válida e boa, mas logo abaixo vi um comentário de um rapaz que dizia que é verdade, a personagem foi uma vadia porque deu corda para o Tom (Joseph Gordon-Levitt) e depois terminou o relacionamento que, desde o início, ela declarou não estar interessada.
Vamos para uma passagem rápida sobre o filme na minha opinião: Tom conhece Summer e se apaixona. Summer não sente o mesmo por Tom, mas os dois viram amigos e surge uma espécie de amizade colorida. Summer gosta do Tom, mas não da mesma forma que ele gosta dela. Ela avisa que não quer um relacionamento sério, mas Tom insiste nela, o que é bom ao meu ver, mas aí surge um novo cara que faz com que Summer sinta algo que nunca sentiu por ninguém antes e isso causa uma confusão já que ela sente algo por Tom, mas não é o mesmo que sente por esse cara. Enfim, sobre o filme é isso que eu penso, agora vamos mais além.
O comentário do sujeito que disse acreditar que Summer é uma vadia porque "iludiu" o personagem Tom causou um imensa discussão, daí chegou uma garota e disse que homens fazem isso o tempo todo, iludem, mentem e "largam" a garota. Oi? Em primeiro lugar, isso é algum tipo de competição de quem sofre mais? E em segundo, no que transformamos o dito cujo "amor"? Afinal, o que é amar? Agora vamos para minha visão sobre paixão, amor e relacionamentos.
Quantas pessoas vejo dia a dia falando o quanto os outros iludem e abandonam?! Com certeza muitas. Mas sejamos realistas, muitas vezes nós nos deixamos iludir porque esquecemos que amor, meu bem, se dá de graça. Você ama por quem o outro é e não pelo que ele te dá em troca e, infelizmente, a vida é isso, você faz a sua parte e, nem por isso, quer dizer que terá algo em troca. Você ama alguém e isso não significa que o outro tem a obrigação de te amar de volta.
Quantas vezes nos apaixonamos durante a vida? Desde aquele menino bonitinho na escola até a vida adulta? E quantas vezes os outros se apaixonam por nós? Às vezes sem sequer sabermos e, no entanto, não somos obrigados a retribuir porque liberdade é isso, é estar com quem se quer estar ou simplesmente estar sozinho por escolha.
Existem ilusões e ilusões. Tem quem minta, mas tem quem seja sincero e é você quem se nega a aceitar que o outro simplesmente não quer, não sente o mesmo, "ele(a) não está tão afim de você". Então vamos parar de achar que se nos apaixonamos ou até amamos alguém esse alguém tem que nos retribuir, porque não tem. Nem sempre é recíproco, na maioria das vezes pode não ser.
Sentimentos são sentimentos e se mal conseguimos controlar os próprios quem dirá os dos outros.

"Amor é estado de graça
E com amor não se paga.
Amor é dado de graça..."
 (As Sem - Razões - Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Quando acordar...


Bom dia, meu amor,
Como pode notar acordei cedo hoje, não se preocupe, fui só dar uma volta, fazer uma caminhada lá fora. Espero que tenha dormido bem, parecia estar sonhando, você sorriu enquanto dormia então eu ficaria feliz se fizesse parte desse sonho. Lembro que sonhei com você e foi bom.
Ei, que tal irmos àquela praça aqui perto de casa à tarde para um piquenique? Seria divertido, nunca fizemos um piquenique, por que nunca fizemos um piquenique igual naquele desenho que assistimos outro dia.
Quando acordar olhe pela janela, está um belo dia lá fora, acordei quando o sol ainda nascia, acho que foi o que me inspirou para pular da cama nessa manhã, não a hora, mas a paisagem. Falando em paisagem, lembra quando eu comecei meu jardim e disse que era preguiçosa demais para cuidá-lo, pois então, as primeiras flores começam a desabrochar. Devia me dar mais crédito.
O sol está cada vez mais belo no céu, está decidido, faremos um piquenique. Antes da caminhada prepararei uma cesta com algumas coisinhas gostosas. Ah, espere, não temos aquelas cestas iguais as dos filmes, por que não temos uma daquelas cestas? Vou até o mercadinho da esquina verificar se vendem. Quando acordar pode separar o que quiser e deixar no balcão para colocar na cesta, depois podemos ir para a praça.
Quando acordar respire fundo o ar da manhã, tome um bom café e lembre que eu te amo.

Jéssica de Paula

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Playlist #6: Vanguart

Para quem não sabe, estou escrevendo uma fanfic de Glee no Nyah que tem Rachel Berry como personagem principal. O nome da fanfic é Muito Mais Que o Amor que foi inspirado pelo álbum da banda Vanguart, sendo assim, cada capítulo leva o nome de uma música deste álbum então tenho escutado muito Vanguart, não só o álbum no qual a fanfic está sendo inspirada, mas todos os trabalhos deles, por isso hoje decidi fazer uma playlist com algumas músicas. Confesso que as mais românticas são minhas preferidas e fica difícil escolher apenas algumas, pois, pra mim, eles têm músicas muito perfeitas.

1- Nessa Cidade
Quem me apresentou a banda foi meu namorado
e essa foi a primeira música que ouvi deles quando fui procurar,
apesar de ser bem tristinha, tenho um carinho especial por ela.


2- Demorou Pra Ser
"você é a vida da minha vida" simplesmente.


3- Mi Vida Eres Tu
Além de adorar essa música tem esse clip divertido.


4- Meu Sol
"a vida é tão mais vida de manhã
quando eu vejo você"


5- Estive 
"vou embora
mas vou te levar comigo
vamos juntos pra ver o sol nascer..."


6- The Last Time I Saw You
Na gravação do DVD Multishow Registro essa música
contou com a participação da Mallu Magalhães que também adoro.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Tudo mudou

              E tudo à minha volta

                           E todas as -p e s s o a s-

                  E tudo que .vejo.
                    
                    E tudo que _toco_
                                                         
                                   E tudo que |Sou|
             
                TUDO MUDOU
                                                                Alguns melhores,
           
                            Outros piores,

              Eu, mais FELIZ.